terça-feira, 28 de abril de 2009

Prêmio ABERJE 2009


Estão abertas as inscrições para a 35ª edição do Prêmio ABERJE. São 19 categorias para reunirem, no Brasil, as melhores campanhas de comunicação organizacional. Possuindo etapas regionais e a premiação nacional.


As categorias estão divididas em três áreas: Gestão de Comunicação e Relacionamento, Gestão de Mídias e Pequenas e Médias Organizações. A escolha do melhor case é realizada por jurados convidados que dedicam tempo e conhecimento na avaliação de cada caso. A primeira fase determina os três finalistas do Prêmio ABERJE Regional (Espírito Santo e Rio de Janeiro, Minas Gerais e Centro-Oeste, Norte e Nordeste, São Paulo e Sul).


A novidade deste ano é a análise de Balanços Sociais na categoria “Comunicação de Ações de Sustentabilidade e Balanço Social”, compreendendo um conjunto de ações de comunicação ligadas a Sustentabilidade, com o intuito de informar e sensibilizar os públicos (interno e externo) com quem a empresa esta ligada. Para o Prêmio ABERJE, esse conceito, estabelece que a organização deve ser ecologicamente correta, contribuindo para a evolução econômica e social e ser aceita pela comunidade.


Os melhores trabalhos serão aqueles que mostrarem o problema da comunicação, o planejamento e as estratégias utilizadas, e se o objetivo foi alcançado. Tendo um efeito positivo na organização.


Outros tipos de prêmios podem ser dados às empresas. Como a Empresa do Ano em Comunicação Empresarial, a Personalidade do Ano em Comunicação Empresarial, e Mídia do Ano em Comunicação Empresarial.


Mais informações pelo telefone 11-3662-3990 ou pelo e-mail premio@aberje.com.br com Bruno Affonso ou Jovanka Mariana. Detalhes do regulamento e das etapas no site exclusivo http://www.premioaberje.com.br/.


CATEGORIAS PRÊMIO ABERJE 2009
-GESTÃO DE COMUNICAÇÃO E RELACIONAMENTO
-GESTÃO DE PEQUENAS E MÉDIAS ORGANIZAÇÕES
-Mídias

Por: Viviane Lago

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Dimensões da comunicação organizacional

Segundo texto de Margarida M. K. Kunsch (Comunicação organizacional: conceitos e dimensões dos estudos e das práticas), a Comunicação Organizacional pode ser considerada em três dimensões:


a) Dimensão humana
A comunicação humana tem como grande objetivo o entendimento entre as pessoas “Para existir entendimento, é necessário que se compreendam mutuamente indivíduos que se comunicam”.
Tânia Casado destaca quatro formas de comunicação interpessoal mais presentes: verbal, não-verbal, simbólica e paralinguística.
Ronald B. Adler e Neil Towme trabalham com duas visões da comunicação interpessoal, a definição qualitativa e quantitativa. Uma definição qualitativa da comunicação interpessoal inclui qualquer interação entre as duas pessoas, em geral frente a frente.
Definição qualitativa, a comunicação interpessoal ocorre quando as pessoas tratam a outra como indivíduo singular.

b) Dimensão instrumental
A comunicação é considerada como um canal ou via de envio de informações. O foco está nas mídias internas e externas.
- Sem pesquisa, sem análise é uma comunicação direta.

c) Dimensão estratégica
Planejar, administrar e pensar estrategicamente a comunicação. A gestão estratégica, ela deverá auxiliar a organização a fazer a leitura das ameaças e das oportunidades presentes na dinâmica do ambiente global.
(Todo o processo de Relações Públicas).

Fonte imagem:
http://vilamulher.terra.com.br/vilasucesso/materia/carreira/44-planeje-sua-carreira-de-forma-estrategica.html


Por: Larissa Felinto

domingo, 26 de abril de 2009

Comunicação Integrada inserida na Comunicação Organizacional


A Comunicação Organizacional é a base para que uma empresa obtenha destaque em meio a concorrência.
Uma boa Comunicação Organizacional dá–se pela integração dos processos comunicativos. Ela deve ser mais do que uma simples transmissão de informação, deve ser integrada com a comunicação interna, mercadológica, publicidade e propaganda, marketing, comunicação institucional, administrativa e outros diversos departamentos que existem dentro de uma organização, seja ela pequena ou não.
Para que a organização atinja sua excelência, a comunicação integrada utiliza - se de instrumentos eficázes para sua realização. Tais instrumentos são como: murais; quadro de avisos; programas de televisão interna; e-mail; vídeo conferência ou até mesmo o instrumento mais utilizado atualmente, a intranet.

A intranet é uma rede de computadores de uso exclusivo da organização em que, todas as informações da empresa e sobre a empresa são emitidas e respondidas pelos colaboradores.
Os departamentos conseguem se comunicar entre si de maneira muito mais rápida, eficaz e direta, agilizando o processo de comunicação.
Uma das várias tecnologias que estão presentes em nosso dia –a – dia, nos surpreendendo sempre mais. Criada pra facilitar e nos trazer a praticidade, para nos auxiliar e fazer com que a cada dia busquemos o ponto mais alto da perfeição.


Por: Nicole Martins
Fonte: Joana Bicalho, baseado nos estudos de Margarida Krunschdisponível: www.gestaodacomunicacao.com/gestao.html

quinta-feira, 23 de abril de 2009


As grandes transformações na sociedade contemporânea impuseram à comunicação e ao relacionamento com os públicos um papel relevante no contexto estratégico das organizações.


Apesar de ser cada vez mais percebida e valorizada pelos gestores como uma ferramenta estratégica do negócio, a comunicação interna continua sendo a prima pobre da comunicação corporativa, se caracterizando como o meio menos privilegiado no budget anual de comunicação e marketing das companhias.


A idéia de que os funcionários se constituem no parceiro fundamental para o alcance dos objetivos e estratégias do negócio, vem ganhando cada vez mais corpo no discurso das organizações. No entanto, o que se vê na prática de mercado são ações isoladas de comunicação interna e pouquíssimas iniciativas realmente estratégicas e eficazes de comunicação voltadas para os públicos internos.


Apesar de pretenderem a comunicação como estratégica, muitas empresas ainda “brincam” de fazer comunicação interna e, sem a mínima noção do perigo, acabam vivendo no faz-de-conta com os funcionários, onde, de um lado, a empresa acredita que a comunicação interna funciona e é realmente eficaz; e, de outro, os funcionários fingem que essa “comunicaçãozinha” tem de fato alguma importância e utilidade para melhorar a sua vida, o seu trabalho e o seu desempenho dentro da organização.


É preciso compreender que, para ser eficaz, a comunicação interna necessita de suporte ativo e contínuo das lideranças organizacionais, do CEO aos gerentes de linha, e não apenas de um mero discurso ocasional do diretor sobre a importância dos funcionários para a empresa, e não de belos quadros murais, house organs e intranets sem a capacidade estratégica de promover o entendimento e o envolvimento dos funcionários com a estratégia corporativa de longo prazo.


É à custa deste amadorismo que se costuma ver nas empresas quadros murais repletos de recortes de jornal e notas mal redigidas em papel A4, contendo, além de erros de português, informações irrelevantes expostas e a maioria das notícias datadas de meses atrás. Intranets estáticas e desatualizadas, com baixos índices de acesso e carregadas de censura e controle sobre aqueles “escolhidos” para poder usá-la.


Infelizmente, no mundo corporativo, ainda tem muita empresa, principalmente fora do eixo Rio - São Paulo, que age dessa forma e acredita estar fazendo comunicação interna (ou endomarketing, como preferem alguns) da melhor qualidade. E mais, ainda querem que os funcionários estejam comprometidos com a empresa e reclamam que eles não se interessam pelos assuntos da companhia. Muitas delas chegam a lançar suas campanhas publicitárias, sem se quer comunicar aos funcionários do que se trata. Será que com uma comunicação interna deste porte a empresa está se tornando atraente, interessante e desejada pelos seus funcionários?


É preciso que gestores e profissionais envolvidos parem para repensar a comunicação e o relacionamento entre empresa e colaboradores. É necessário refletir se, na prática, essa comunicação está contribuindo para promover o alinhamento estratégico e facilitar o alcance dos objetivos organizacionais e a estratégia corporativa de longo prazo. Analisar com senso crítico e refletir se a comunicação interna está realmente cumprindo uma função estratégica dentro da empresa.


Por: Camila Morata

quarta-feira, 22 de abril de 2009

III Abrapcorp 2009


Utilizando a última postagem como gancho, citaremos um outro congresso no âmbito da comunicação que será realizado neste mês. O III Abrapcorp 2009 - III Congresso Brasileiro Científico de Comunicação Organizacional e Relações Públicas, é voltado para estudantes e profissionais da área de comunicação e terá, além de duas conferências com convidados internacionais e oficinas (workshops) para alunos de graduação já realizadas com sucesso em anos anteriores, a estréia do I Fórum de Debates sobre Comunicação Organizacional e Relações Públicas, e a introdução do Espaço sobre Iniciação Científica que abordará projetos e pesquisa experimentais.

O congresso também contará com seis Grupos Temáticos - conhecidos como Gts - os quais apresentarão pesquisas com variados temas no campo das Relações Públicas e da Comunicação Organizacional que tragam novas concepções para a área e sejam pauta para novas discussões.

O evento acontecerá nos dias 28, 29 e 30 de abril na Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação - FAPCOM, em São Paulo e as inscrições para participação já estão abertas.

Para mais informações acesse o link da Abrapcorp sobre o congresso: http://www.abrapcorp.org.br/congresso/

Por: Suéllen Meschiari

terça-feira, 21 de abril de 2009

As inscrições para o 12º congresso Brasileiro de Comunicação Corporativa vão até o dia 27 de abril, elas poderão ser feitas com desconto pelo valor de R$ 782, passando, a partir de então, para R$ 980. Inscrições como das instituições: Abecom, Aberje, Abracom, Abrasca, ABRP, Conferp, Conrerp 2ª Região, Fenaj, Ibri, Intercom, Sinco, Sindicato dos Jornalistas de SP, Sinprorp e Portal Mundo das Relações Públicas que apóiam o evento foram efetivadas com 10% de desconto.

O congresso ocorrerá nos dias 27, 28 e 29 de maio no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, e o tema será “ O novo patamar da Comunicação Corporativa no Brasil”.

O evento receberá os mais representativos nomes da comunicação do país, e mais 4 convidados internacionais.Além das conferências, palestras temáticas, workshop,terá a tradicional entrega do Prêmio Personalidade da Comunicação que este ano vai homenagear Nelson Sirotsky, presidente do Grupo RBS.

Com o patrocínio máster da Fiat Automóveis e da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo e com o apoio de Alcatel-Lucent, Banco do Brasil, BM&FBOVESPA, Cargill, Grupo AES, Henkel, Monsanto, Nestlé, Philips, Tetra Pak e Unimed-Rio. O Congresso também recebeu a adesão, como patrocinadoras temáticas, doze das mais importantes agências de comunicação do País,algumas como: Andreoli MS&L, Imagem Corporativa, In Press Porter Novelli, Ketchum Estratégia. Elas vão apresentar algumas das mais bem sucedidas práticas de comunicação corporativa que desenvolveram para as grandes corporações a que prestam serviços.


Também estarão presentes, organizações como Vale, TAM e Iveco, que levaram para o encontro algumas das mais premiadas ações de comunicação do período 2008/2009.

O um dos mais importantes eventos comunicação corporativa do país, espera reunir 800 executivos de comunicação, entre jornalistas, relações públicas, profissionais de propaganda e marketing, RH e áreas afins durante os 3 dias de congresso. Contará também com a participação de cerca de 300 convidados.

Para maiores informações sobre o evento e as inscrições entre em contato com a Mega Brasil, pelo telefone (11-5576-5600) ou acesse o site www.megabrasil.com.br.

Por: Mariana Zanon

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Vera Giangrande: “Um exemplo a ser seguido”

VOLPI, Alexandre. Na Trilha da Excelência: Uma lição de Relações Públicas e encantamento de clientes. São Paulo: Negócios Editora, 2002. 221p.

O livro Na Trilha da Excelência: Uma lição de Relações Públicas e encantamento de clientes, escrito por Alexandre Volpi, é uma biografia bem diferente das normais.

Ela conta a vida de Vera Giangrande, que conseguiu o reconhecimento da profissão de Relações Públicas, no País. Com ela, os consumidores ganharam voz nas empresas, tendo como um dos principais “Cases” o Pão de Açúcar.
Vera Giangrande nasceu em São Paulo, em 4 de janeiro de 1931. Aos onze anos começou a trabalhar, na biblioteca infantil Monteiro Lobato. Aos 16 anos, fez o curso de biblioteconomia da Escola de Filosofia Sede Sapientiae. Mas “a vida profissional de Vera só começou a deslanchar quando foi apresentada à Comunicação Social” (Volpi, 2002, p.21). Seu primeiro trabalho foi como redatora de Propaganda das empresas Colgate Palmolive. Para a área de Relações Públicas foi um pulo, quando saiu da Colgate foi para a J. Walter Thompson, por indicação de um amigo.

Assumiu o cargo de gerente da Thompson, em 1962, com carta branca no departamento, porém não pode ser registrada como gerente, devido “ao fato de não haver mulheres ocupando cargos de comando na agência em todo o mundo até então” (Volpi, 2002, p.46), consequentemente em 1963, Vera foi trabalhar na AAB (primeira consultoria do País voltada exclusivamente para Relações Públicas).
Em 1968, Vera Giangrande tornou-se a primeira mulher a ocupar o cargo de gerente de Relações Públicas no setor farmacêutico, na empresa Squibb. Em 1975 foi constituída a Inform Consultoria de Relações Públicas, proveniente da sociedade entre Vera e Carlos Eduardo Mestieri, durando 17 anos. Em 1989, Giangrande foi a primeira mulher rotariana do Brasil.

Aos 62 anos, assumiu o cargo de ombudsman na organização Pão de Açúcar, sendo um dos primeiros do Brasil. O seu trabalho ajudou no reconhecimento da atuação deste cargo, deixando a empresa com uma imagem positiva.
Vera faleceu no dia 22 de agosto de 2000, com 69 anos. Jornais do Brasil inteiro a homenagearam e não faltaram palavras para descrevê-la.

O livro é muito prazeroso e contagiante, o autor conta as histórias de forma simples e não cansativa. Ao mesmo tempo em que é uma aula de Relações Públicas e de comunicação organizacional. O autor mostra que, Vera lutou pelo reconhecimento da profissão de Relações Públicas destacando a importância desta função como instrumento estratégico de comunicação empresarial e de aproximação com os diversos públicos. Uma das falas de Giangrande esta realidade é observada “O meu objetivo dentro do Pão de Açúcar é contaminar o maior numero de pessoas com cargos de chefia e intermediários com a filosofia de proximidade com os direitos do consumidor”.


Por: Viviane Caroline Lago